sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Militares cobram reajuste salarial - MACEIÓ


Militares cobram reajuste salarial


Cerca de 300 militares estiveram reunidos, na manhã desta quinta-feira, 12, em assembléia unificada do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar de Alagoas para discutir o acordo da lei 6.823 assinado pelo governador Teotônio Vilela Filho, em 2007 que garantiria a equiparação salarial dos praças militares, oficiais e intermediários ao posto de coronel. Entretanto, este acordo até o momento não foi cumprindo.
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Durante a reunião, que aconteceu no Clube dos Oficiais, também entrou em discussão as datas bases atrasadas referentes aos últimos três anos. Segundo o presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos de Polícia Militar e Corpo de Bombeiro Militar de Alagoas (Assmal), sargento Theobaldo Almeida, desde abril do ano passado, a categoria espera pelo cumprimento da lei, mas o Governo prefere não se pronunciar sobre o assunto.
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“Após quatro ofícios emitidos ao Estado, conseguimos que um decreto fosse publicado no Diário Oficial onde institui uma mesa permanente de negociações. Portanto, ainda não foi informado quando ocorrerão as reuniões com o governador. Queremos que os 7% seja fornecido imediatamente e que seja debatido entre a mesa de negociação e o Governo o pagamento dos 19% restante”, informou O encontro foi comandado por Judson Cabral (deputado estadual), sargento Theobaldo Almeida (presidente da Assmal), Major Fragoso (presidente da Assomal), Wagner Simas (presidente da ACS), José Carlos (diretor do Sindpol), Jorge Venerando (presidente do Sinpofal), sargento Guimarães (representante dos Praças), Coronel Arlindo (representante dos Coronéis) e Tenente-coronel Cruz (representante do Corpo de Bombeiros).
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Após a votação das propostas, a categoria aceitou por unanimidade, a reformulação do decreto onde previa a formação da mesa de negociação. Para os militares, os representantes da categoria seria a mesa que comandou a assembléia desta manhã, além da participação do presidente da Central Única dos Trabalhadores, Izac Jackson. A proposta apresentada pelo deputado Judson Cabral que prevê a elaboração de um documento pedindo intervenção do Ministério Público devido o descumprimento da lei 6.823 também foi aprovada. A categoria decidiu que os 7% restante seria cobrado já no mês de fevereiro e as negociações das datas bases teriam prazos pré-estabelecidos.
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Por fim, acontecerão assembléias constantes onde os militares traçarão estratégias para as negociações, a próxima reunião do movimento unificado da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar acontecerá na próxima quarta-feira, 18, às 15 h, no Clube dos Oficiais, situado no Trapiche.
por Divulgação

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