sábado, 8 de novembro de 2008

Policial morto em tiroteio

Policial morto em tiroteio era conhecido na comunidade
SÃO PAULO - O policial Ailton Tadeu Lamas, que foi morto no tiroteio com os bandidos que roubaram uma agência bancária em Guarulhos, nesta sexta-feira, era bem conhecido da comunidade local. Ele realizou pelo menos 14 partos nos 22 anos de corporação. Na pagina da policia na internet está uma reportagem que fala da atuação dele. Nesta sexta-feira, Lamas voltou às ruas depois de dois dias no batalhão.
- Ele não gostava, mas ficou na base dois dias. Ele pediu para voltar e trabalhar na rua e ai aconteceu aquilo - contou a mãe, Luzia.
O soldado era casado e tinha dois filhos, uma adolescente de 13 anos e um rapaz de 19. Era o primeiro de cinco irmãos. O irmão mais novo dele, Eduardo, também trabalhou na PM por quatro anos.
- Por onde eu passei, o pessoal que sabia que meu nome era Lamas, já perguntava se eu era irmão dele, porque todo mundo conhecia ele. Serviu de forma honrosa mesmo - disse o irmão.
A família concordou em doar as córneas do soldado. O corpo foi velado no Hospital da Polícia Militar. O corpo do motoqueiro que também morreu na troca de tiros com os bandidos foi liberado pela manhã. O velório acontece neste sábado no Velório Municipal de Guarulhos.
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2 comentários:

  1. Morreu fazendo o que mais amava!
    Uma pena abrir alguns jornais e ver a preocupação com os bandidos, se apanhera, forma torturados, atropelados.....
    Será que para nós, da família do Aílton, teremos toda essa preocupação também? Afinal, esses vagabundos ainda estão vivos, e meu primo q foi embora?

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  2. Cara amiga Ligia, é com pesar que jusmilitar vem há algum tempo acompanhando as notícias de mortes de militares em ato de serviço. A morte do seu primo é representação do total descaso que o Estado tem pelos seus servidores da segurança pública, o sálario recebido nao é proporcional à complexidade, responsabilidade nem ao risco de lesão ou morte.
    Quem menos trabalha ou menos risco corre recebe mais, que está na linha de combate é quem menos recebe. Em alguns Estados o soldado para ser promovido a cabo e ganhar 300,00 reais a mais tem que ter mais de 15 anos de serviço, absurdo.
    Para piorar a situação as polícias vêm trabalhando sem os devidos equipamemtos, recursos bélicos, técnicos e humanos e acabam por cuminar na morte dos homens de bens.
    QUEM MATOU AILTON FOI A INCOPETÊNCIA DO ESTADO BRASILEIRO.

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