terça-feira, 11 de março de 2008

Cabo condenado a 1 ano por ato libidinoso contra soldado

Cabo condenado a 1 ano por ato libidinoso contra soldado
Retirado do site: http://www.midiamax.com/view.php?mat_id=318465

Por João Prestes

O cabo bombeiro José Odenir de Oliveira foi condenado hoje pelo Conselho de Justiça Militar de Mato Grosso do Sul a um ano de detenção pelo crime de ato libidinoso praticado contra uma policial militar no local em que ambos trabalhavam e em horário de expediente. O condenado pode, entretanto, cumprir a pena em liberdade e recorrer da sentença.

O fato aconteceu no dia 16 de abril do ano passado. A soldado S. dormia em um sofá na sala-rádio do quartel. Sentiu alguém a tocando nas pernas, virou-se e percebeu a presença de Odenir na sala. Ele teria disfarçado e se voltado de costas, passando a mexer em papéis sobre a mesa. Depois disso o cabo saiu da sala e a soldado continuou observando-o pela sombra projetada contra a parede. Percebeu que ele fazia movimentos de quem estaria se masturbando. A soldado saiu nervosa e contou o ocorrido a outras duas colegas, também soldados, que estavam no alojamento feminino. A soldado disse, ainda, que não seria a primeira vez que o cabo a assediava.
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Quando ainda era aluna dos Bombeiros Militares ele teria a convidado para sair, isso em 2005. Ela recusou. No ano seguinte ele teria voltado a assediá-la, dessa vez para pular carnaval. A recusa foi mais ríspida.

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O JORNAL CAMPO GRANDE NEWS TAMBEM NOTICIA O FATO.
Cabo bombeiro condenado por ato libidinoso na Capital
Retirado do site: http://www.campogrande.news.com.br/canais/view/?canal=8&id=222228

Segunda-feira, 10 de Março de 2008 17:00
Por Humberto Marques

A Auditoria Militar em Campo Grande condenou a um ano de detenção um cabo do Corpo de Bombeiros acusado de ato libidinoso, cometido contra uma soldado da Corporação. A denúncia encaminhada ao juiz Gerardo Eriberto de Moraes em setembro de 2007, narrando fatos que ocorreram em um quartel da Capital, em abril do mesmo ano. A pena terá seu cumprimento iniciado com o acusado no regime aberto, podendo apelar em liberdade.
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Conforme a denúncia, o acusado teria praticado o ato por volta das 3h, quando foi até a sala-rádio do quartel em busca de outro soldado para assumir a escala de plantão. Lá, ele encontrou a soldado BM, que dormia. A vítima, ainda segundo o relato, teria o sono pesado, e em determinado momento sentiu “que algo a incomodava entre suas pernas e, ao mudar de posição na cama”, percebeu o acusado curvado sobre ela. Ele teria tentado disfarçar sua intenção, mexendo em papéis.
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A soldado passou a acompanhar a sombra do acusado na parede e, em determinado momento, teria flagrado o mesmo em movimentos que, segundo ela, “tratavam-se de ato de masturbação masculina que durou cerca de oito a dez minutos”, narra trecho do documento. Diante da conclusão, a soldado saiu nervosa da sala, procurando pelo capitão e outras pessoas no alojamento. O fato foi, em seguida, relatado aos superiores, que tomaram depoimentos oficiais da soldado e do acusado.
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No caso em questão, foram apresentadas outras queixas contra o acusado, que teria assediado a mesma soldado em 2005. A acusação apontou terem sido cometidos os crimes de ato libidinoso e ato obsceno, em concomitância com o agravante do fato ocorrer durante serviço.O julgamento foi realizado hoje. Nele, o juiz Alexandre Antunes da Silva (integrante do Conselho Permanente de Justiça Militar) considerou parcialmente procedente as queixas por três votos a dois, condenando o acusado a por ato libidinoso praticado por oficial em serviço, absolvendo-o da acusação de ato obsceno. Em um primeiro momento, a pena aplicada foi de nove meses de detenção, sendo aumentada em um terço.

3 comentários:

  1. Bem só resta saber mesmo quem está falando a verdade, por que se o cidadão chega ao ponto de cometer um ato desses contra um colega de serviço, um ano é pouco.

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  2. O jusmilitar - o site em defesa dos militares - agradece pelo seu comentario que pela sua importância contribui para a construção de um Estado mais Justo.

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  3. porque mesmo depois de muito tempo o condenado continua impune ....

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