terça-feira, 13 de novembro de 2007

CASO YURI

CASO YURI


Sindicância da PM-MT conclui que não houve crime militar. O relatório da sindicância que apurou a responsabilidade do tenente-coronel PM Reinaldo Magalhães de Moraes na morte acidental de Marcos Yuri Prado Guirado, em abril deste ano, já está na Vara Especializada da Justiça Militar. O coronel que presidiu a sindicância, Sidney de Sousa Figueiredo, concluiu que não houve crime militar e sim transgressão disciplinar. O tenente-coronel Magalhães, diz o relatório, deixou de cumprir o disposto na Resolução nº. 032, da Polícia Militar, que regula as condições de uso de armamento da PM. Isso significa que a pistola que o filho do militar teve acesso e com a qual acidentalmente matou o colega Marcos Yuri não deveria estar guardada em casa, mas sob o poder e cuidados pessoais do oficial. Agora, caberá ao Ministério Público analisar o relatório e acatar ou não o entendimento do sindicante. Se avaliar o caso como crime comum, o coronel responderá na Justiça comum, provavelmente na 10ª Vara Criminal, onde já tramita processo por homicídio culposo. Na Corregedoria da PM, com base no relatório da sindicância, foi aberto e está em andamento um Procedimento Administrativo Disciplinar (PADM) contra o tenente-coronel Magalhães por causa da transgressão disciplinar. (AA)

reportagem retirada de http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=303009.

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