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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

MORTE DE SGT EM CURSO DE SELVA - IRRESPONSABILIDADE

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

A morte do AL SGT F. BRITO pode ter sido por irresponsabilidade dos Comandantes do Estágio de Selva


O Estágio de Selva empreendido aos alunos a Cabo e a Sargento tem o objetivo de ensinar, aprimorar, adequar e despertar para a reflexão as práticas inerentes ao resgate de vítimas em ambiente de selva, ambiente este hostil e que necessita de se ter um conhecimento específico para que a missão de resgate tenha êxito.

Para que tais conhecimentos venham a tona e sejam apreendidos, é necessário que se submeta os alunos a um grau de instabilidade na mata, racionando comida e até mesmo água, no entanto, a exposição dos alunos deve ser medida, feita com responsabilidade e segurança.

Qualquer instrução deve ser planejada, aproximada da realidade mas com grande suporte logístico e de pessoal, se deve levar em consideração ainda os limites de cada um, independente de estarem realizando os desafios e conquistando as etapas em grupo, em conjunto.

O Estágio de Selva do Curso de Sargentos Bombeiros Militar chegou ao fim no segundo dia de instruções pois tombou mais um bombeiro de nossas fileiras, morreu afogado o aluno a sargento F. Brito, antes cabo, que havia servido o exército, tendo experiência de selva, dentre outros conhecimentos inerentes à nossa profissão bombeiro, estando com sua equipe de resgate. Então pergunta-se: o que aconteceu?

O AL SGT F. BRITO realizava uma transposição de curso d'água em cabo submerso, em determinado momento do trajeto ele afundou e não mais retornou, os amigos que estavam com ele atravessando foram em seu resgate, afundaram junto, emergiram, submergiram novamente, foi uma luta brava pois todos estavam extremamente debilitados, sem comer, com pouca água, e sem dormir desde a noite passada. Trouxeram então o aluno F. Brito até à margem já sem respiração mas ainda com batimentos (grau 5 na escala de afogamento), foram feitas as insuflações necessárias pelos próprios companheiros de curso, a essas alturas, os responsáveis pela instrução tentavam conseguir o transporte para levá-lo ao hospital, tudo com muito desespero pois os demais amigos de curso presenciaram todo o episódio, uns se revesavam para ajudar, outros ficaram atônitos, meio que em choque. Conseguido o transporte, fizeram a remoção dele até o hospital procedendo com a RCP pois F. Brito já estava em parada cárdio respiratória.

Os esforços não impediram que o pior acontecesse e o aluno a Sargento Edson Ferreira Brito veio a ser declarado morto pelos médicos do Hospital de Emergência de Macapá.

Pior do que perder um companheiro de Curso nessas condições, é ser responsabilizado por isso. Segundo relatos dos outros alunos, estes foram deslocados até a Academia (o ocorrido se deu entre 18:00 e 21:00h), foram colocados em uma sala e foram escarnecidos por não terem conseguido salvar a vida do companheiro. Senhores isso é tortura psicológica.

Na realidade, os ofociais e instrutores do Estágio não souberam avaliar o grau de cansaço e condições em que a turma de sargentos se encontrava para realizar a instrução de transposição de curso d'água e ainda por cima, a noite. Não havia nenhum aparato médico no local, nenhuma ambulância de prontidão, nenhum profissional que pudesse dar suporte aos alunos em caso de alguma eventualidade, temos tantos médicos e nenhum estava lá, havia somente os kites de primeiros socorros que os alunos levaram para os acidentes corriqueiros de uma estada em selva como esparadrapo, pomada para irritações de pele, gase, comprimidos para dor de cabeça, hipoclorito para purificação de água, ataduras, etc.

Faltou bom senso e planejamento.

Não se pode submeter um bombeiro a condições tão extremas sem lhe dar um apoio, nenhuma equipe de busca irá resgatar alguém em mata se estiver extenuada fisicamente, com ferimentos graves, debilitada, com fome e sede, caso contrário a ocorrência alcançará proporções bem maiores pois não será mais uma vítima a precisar de socorro mas sim várias.

Submete-se o bombeiro a adversidades para que ele consiga raciocinar no sofrimento, consiga controlar o medo e driblar a confusão mental provocada pela fome, sede ou o cansaço mas não se pode fugir dos limites desses guerreiros, todos possuem resistências diferenciadas, e mesmo estando em grupo, a exaustão e debilidade de um combatente é determinante para o êxito ou fracasso da missão, por isso se deve descansar, se alimentar, discutir sobre a atuação e posteriormente continuar a jornada.

O Estágio dos sargentos começou tal qual o nosso Estágio dos Cabos, das três horas da manhã de domingo para segunda-feira, na localidade do Curralinho, afastada de nossa capital.

Justamente por ser longe de qualquer auxílio, os oficiais à frente do Estágio deveriam estar preparados de todo material e pessoal necessários a um evento dessa natureza, sobrevivência e resgate em selva não é brincadeira.

Brincaram com nossas vidas, nós os cabos tivemos sorte e proteção divina pois conseguimos chegar ao final do Estágio bastante frágeis, desidratados e debilitados, mas chegamos vivos.

O AL SGT Edson Ferreira Brito infelizmente teve a vida ceifada pela irresponsabilidade de pessoas sem escrúpulos que pensam que o combatente bombeiro militar deve ser resistente a tudo.


 

A corporação deve adquirir a consciência de que a maior riqueza de suas glórias não são as vidas dos cidadãos que ele salva, mas é o seu próprio contingente de pessoal, são os seus bombeiros que necessitam de amparo, reconhecimento, investimento e motivação, pois sem eles o objetivo da instituição não é alcançado


 

From: deaguiadeaia <aguiadeaia@bol.com.br>

sábado, 14 de novembro de 2009

Unificação das Policias.





Repassando

__________________________________
Um grupo de deputados egressos das carreiras policiais entregará ao presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), uma PEC que prevê a unificação das polícias civil e militar.
Simpático à proposta, de autoria do deputado Marcelo Itagiba (PMDB-RJ), delegado federal, Temer sinalizou dar tramitação ágil ao texto como resposta à recente onda de violência no Rio de Janeiro. Essa é a primeira proposta no sentido subscrita por deputados policiais federais, civis e militares.
Fonte: Luiz Carlos Azedo - Correio Braziliense
Assessoria Parlamentar
AMEBRASIL
   

Marcelo Pereira Machado
Comando Regional de Policia Ostensiva Fronteira Oeste
Concordo - Sgt PM RS Pelotas - 14/11/09
CONCORDO - CB BM MT 14/11/09

From: Jean Pierre Lopes da Silva <jeanpierrels@hotmail.com>
Date: 2009/11/14
Subject: Unificação das Policias.
To: JUSMILITAR
 

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

viatura de resgate dos bombeiros pega só no tranco

13 de Novembro de 2009 - 07:17
Sinop: viatura de resgate dos bombeiros pega só no tranco
Fonte: Só Notícias/Leandro J. Nascimento (imagem/ Jaderson Adilio/Band)
 
Foto
Pouco tempo depois do episódio "combustível" mais um fato coloca o 4º Batalhão de Bombeiros Militar no centro das atenções. Desta vez o problema não é de falta de abastecimento nos veículos utilizados pela guarnição para os serviços de resgate e administrativo. Agora, para espanto da população, militares têm utilizado uma Unidade de Resgate que funciona somente com um empurrãozinho, ou popular tranco. Nos últimos dias cidadãos precisaram interferir para que o transporte de vítimas pudesse ser feito até o Pronto Atendimento.

A viatura apresenta falhas elétricas e embora já tenha sido detectada, não pode ser encaminhada para a oficina credenciada em Sinop enquanto a segunda UR estiver fora de uso. Esta também encontra-se na assistência. Bombeiros garantem não estar a situação interferindo na qualidade dos serviços. No entanto, para a população, tal condição revela o descaso do poder público estadual com a própria instituição. Se na cidade torna-se necessário o famoso tranco na viatura, a situação pode representar perigo. Isto porque em localidades isoladas onde a guarnição não dispunha da ajuda popular o socorro às vítimas pode ser afetado.

Recentemente, ao atenderem uma ocorrência de esfaqueamento, militares precisaram deixar a UR ligada pois, caso contrário, não mais teria condições de deixar o local. Em agosto, bombeiros precisaram interromper provisoriamente os atendimentos às vítimas devido a falta de combustíveis para as viaturas. Em setembro, a crise culminou com a exoneração do ex-comandante do batalhão, major Hector Péricles. Seu afastamento ocorreu por ter exposto, mediante a imprensa, o problema vivenciado.

Vítimas de acidentes, traumas e demais ocorrências estavam sendo socorridas e encaminhadas até o Pronto Atendimento por meio de uma caminhonete L 200 e um caminhão de combate a incêndios, sem a estrutura necessária. A exoneração do oficial foi compreendida pela sociedade como sinal de retaliação por parte da corporação.
 
Extraído de: http://www.sonoticias.com.br/noticias/7/96305/sinop-viatura-de-resgate-dos-bombeiros-pega-so-no-tranco 


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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Piso nacional de PMs chegará a R$ 3,2 mil

 
Piso nacional de PMs chegará a R$ 3,2 mil

Roosewelt Pinheiro

TARSO GENRO FECHOU ACORDO COM DEMOSTENES TORRES. A Comissão de Constituição e Justiça do Senado deve votar na manhã desta quarta-feira a proposta de emenda constitucional 41, que estabelece critérios para se fixar o piso nacional salarial dos policiais militares. Há uma pressão de associações e de políticos ligados para que o piso venha a ser o do Distrito Federal, que hoje é de cerca de R$ 5 mil mensais para PMs que iniciam a carreira. Esse salário é considerado irreal para o restante do País, mas um acordo fechado ontem à noite, entre o presidente da CCJ, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), e o ministro Tarso Genro (Justiça), abriu caminho para que esse piso chegue a R$ 3.200 mensais. É o salário inicial de um PM no Estado de Sergipe. O novo piso vai melhorar substancialmente os salários de PMs. Em alguns estados, vai quase quintuplicar. No Rio de Janeiro, por exemplo, vai triplicar: o piso atualmente é de cerca de R$1 mil mensais. A PEC é de autoria do senador Renan Calheiros (AL), líder do PMDB, mas a participação de Tarso Genro nas negociações decorre da necessidade de o governo federal complementar os salários dos PMs, sobretudo em estados que terão dificuldades financeiras de honrar o novo encargo. Isso está previsto no Pronasci, o Programa Nacional de Segurança e Cidadania, o "PAC da segurança", do Ministério da Justiça.

 


 
From: Jean Pierre Lopes da Silva <jean-pierre@brigadamilitar.rs.gov.br>
Date: 2009/11/12
Subject: Piso nacional de PMs chegará a R$ 3,2 mil
To: Jusmilitar

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sábado, 7 de novembro de 2009

Lula reajusta em 68,4% salário da Polícia Militar do DF


Lula reajusta em 68,4% salário da Polícia Militar do DF
LEONENCIO NOSSA E JOÃO DOMINGOS - Agencia Estado

BRASÍLIA - Diante de uma plateia de policiais militares e bombeiros, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou hoje a lei que estabelece o novo plano de carreira para a Polícia Militar do Distrito Federal, que significará de imediato em um aumento de 68,4% nos salários dos profissionais.
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O policial militar (PM) de Brasília já tinha a melhor remuneração do país da categoria. Agora, na capital, o PM em início de carreira ganhará, líquido, R$ 4.000,00. Em Estados como Alagoas, Pernambuco, o salário inicial não chega a R$ 900,00.Depois de colocar um capacete de bombeiro do Distrito Federal e ser ovacionado diversas vezes por cerca de sete mil militares, Lula admitiu que o reajuste será um "risco" pois os policiais de outros Estados não terão o mesmo aumento.
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"Nós corremos um risco, viu, Arruda? Porque, a partir do que aconteceu em Brasília, vamos ter outros Estados querendo", disse o presidente ao governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda."Eu sei que muitos aqui já mandaram cartinhas, telegramas e telefonaram para os companheiros em Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte para dizer: ''olha, aqui nós conseguimos pô, vamos em frente''", disse.
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Lula ressaltou que é "importante levar em conta o poder do cofre dos Estados". "Nem todo Estado pode dar a mesma condição de Brasília", completou. O que o presidente Lula não disse em seu discurso é que, diferentemente de outras unidades da Federação, quem paga os salários dos policiais militares de Brasília é o governo federal.Lula disse que queria a "compreensão" da plateia para a questão da falta de reajuste nos Estados e sinalizou que uma mudança de salário em outras unidades só ocorrerá em outro governo. "Se o País continuar crescendo no próximo ano, em 2011 e 2012, a gente vai poder fazer uma concertação para que todos possam viver com dignidade e respeito", disse.
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O presidente levou a tiracolo a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, que ajudou a elaborar o projeto, que virou lei, e que é sua candidata preferida para a disputa presidencial de 2010. Dilma, também bastante aplaudida pelos militares, ressaltou a importância do novo salário deles para suas famílias.Com o novo plano de carreira, no Distrito Federal, a carreira de policial militar e bombeiro passa a ser de nível superior. Quem já está na profissão terá incentivo para fazer a faculdade.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

O Brasil não precisa da POLÍCIA




                                                [brasil.jpg]


Policiais do Rio não têm tratamento psicológico adequado, diz pesquisadora

Tragédias constantes estariam agravando saúde mental da tropa.
Helicóptero derrubado por traficantes ainda atormenta equipes.

Aluizio Freire Do G1, no Rio

Policiais em ação na Vila Cruzeiro, na Penha (Foto: Pablo Jacob/Agência O Globo )

Durante dois dias, um policial militar foi visto várias vezes chorando pelos cantos, chutando portas, esmurrando paredes ou jogando jornais para o alto. A reação explosiva e descontrolada, segundo contou um colega dele ao G1, começou no dia seguinte ao enterro de um dos ocupantes do helicóptero que foi derrubado a tiros por traficantes no dia 17 de outubro, no Morro dos Macacos, na Zona Norte do Rio.

?Todos nós sentimos, somos humanos, mas há quem não consiga se conter e queira botar a revolta para fora. É uma pessoa que precisa de atenção psicológica, como qualquer um?, ressalta o colega, que também se queixa de várias noites de insônia e irritação.
 
Veja fotos de operações policiais
 
A professora Edinilsa Ramos de Souza, pesquisadora do Centro Latino-Americano de Estudos de Violência e Saúde Jorge Careli (Claves/ENSP/Fiocruz), que realizou em equipe um estudo sobre as condições de trabalho, saúde e qualidade de vida dos policiais civis e militares do Rio, concorda. 
 

Helicóptero em chamas: trauma não superado (Foto: Agência O Globo/Fabiano Rocha)

?Os agentes de segurança pública têm que fazer frente à criminalidade crescente e fortemente armada. Esse episódio do helicóptero é um exemplo. Eles estão passando por uma pressão grande. São cobrados para dar uma resposta à sociedade. São eles que se expõem a esses riscos. E, muitas vezes, acabam lesados, feridos, incapacitados ou perdem a própria vida?, afirma.

Segundo ela, o serviço de saúde que as polícias Civil e Militar oferecem não atende às necessidades dos integrantes das instituições. ?É muito pouco para atender um efetivo tão grande. É um atendimento deficiente?, diz a pesquisadora, que entrevistou policiais em momentos de crise.
 
?Eles reclamam muito do estresse provocado pelos riscos a que são submetidos. Mas, também, da falta de reconhecimento, da sociedade e da instituição, salários baixos etc. Eles se ressentem de tudo isso. E são fatores que afetam o desempenho profissional?, aponta.
 
"É preciso considerar que a vitimização de policiais militares é maior do que a da população do Rio", acentua a pesquisadora.

Segundo o presidente da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar, Wanderley Ribeiro, ?não existe um acompanhamento psicológico de policiais envolvidos em casos mais extremos?.

 

Falta de assistência permanente

?Eles são treinados para o combate, confrontos armados, mas numa tragédia como essa, do helicóptero, em que viram de perto a morte dos companheiros, precisam ter uma atenção para que recuperem o controle e a tranquilidade para o trabalho. Mas, infelizmente, a corporação não se preocupa com isso, apenas com a imagem da instituição?, afirma.

?Falta um programa permanente de assistência psicológica. O que eles criaram é um quadro de oficiais psicólogos que tratam o paciente como subordinado e não como uma pessoa que precisa de ajuda?, acrescenta Ribeiro.

O Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro (Sinpol) também aponta falhas no atendimento psicológico oferecido aos agentes.

?O serviço de assistência social para o policial que precisa de apoio não tem uma cultura de avaliação do quadro do paciente. Muitos colegas se perdem pelo estresse constante, acabam se jogando no vício do álcool ou cometendo até suicídio. Conheço vários casos?, revela o comissário Franklin Bertholdo, 62 anos, 36 deles dedicados à vida policial. Ele faz parte da diretoria do sindicato.

 

PM explica projeto

Em resposta às críticas, a assessoria da Polícia Militar informou que a corporação possui o Projeto Renascer, que visa a recuperação de policiais militares e seus dependentes que possuam algum tipo de compulsão, seja ela droga, álcool, sexo ou mesmo jogo.

A nota diz ainda que o serviço conta ainda com um Programa de Assistência Psicológica para PMs envolvidos em "Ocorrências com Potencial de Risco de Estresse Pós-Traumático".

A assessoria da Polícia Civil não respondeu ao G1 até a publicação da matéria.

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From: Jean Pierre Lopes da Silva <jean-pierre@brigadamilitar.rs.gov.br>
Date: 2009/11/3
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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Em busca de canal de negociação, Major Fábio pede audiência com o governador Maranhão

Em busca de canal de negociação, Major Fábio pede audiência com o
governador Maranhão"Não quero os Policiais e Bombeiros decepcionados
novamente com o governador da Paraíba".

O deputado federal Major Fábio (DEM-PB), já apresentou três
solicitações de audiências para discutir a situação da Polícia Militar
da Paraíba com o governador José Maranhão, porém o chefe do executivo
paraibano não se manifestou sobre os pedidos do deputado federal que é
relator da PEC 300.

A Proposta de Emenda a Constituição que busca a equiparação dos
salários dos Policiais e Bombeiros Militares com o Distrito Federal.

A intenção do Major Fábio é abrir um canal de negociação. O
parlamentar lamentou a postura do atual governador que não respondeu
suas solicitações. "Nós queremos uma audiência para discutir a
gratificação de risco de vida. Não é o deputado federal, é o soldado
da Polícia Militar da Paraíba, que na companhia dos representantes das
Associações querem uma audiência com o governador para debater um tema
tão importante".

De acordo com o Major Fábio, o atual governador não aprendeu com os
erros cometidos no passado. "Os tanques de guerra utilizados no
passado pelo governo Maranhão, para conter a greve da Polícia Militar
ainda estão na memória de todos os Policiais e Bombeiros Militares.
Talvez quem os convocou tenha esquecido, mas quem sofreu aquele
momento constrangedor não esquecerá jamais", reportou-se o Major
Fábio, que já recebeu centenas de e-mails dos Policiais em busca de
informações sobre o resultado da audiência.

-Sobre a audiência não tenho o que dizer aos Policiais paraibanos,
pois não obtive sequer uma resposta do governador.

Para o Major Fábio, 'o governo se prevalece do fato da Polícia Militar
e o Corpo de Bombeiros não poderem deflagrar greves'.

O deputado também chamou atenção para o crescimento dos indicies de
violência na Paraíba. "Apesar do esforço dos Comandantes, delegados e
agentes da Polícia Civil e Militar, a violência tem crescido na
Paraíba. Chegou a hora de buscar novas alternativas para a segurança
pública do nosso estado", pontuou o Major.

O parlamentar apresentou sua solidariedade e apoio aos Policiais Civis
que estão em greve no estado.

Extraída de: http://www.pbagora.com.br/conteudo.php?id=20091028155749

Aprovado projeto que beneficia policia militar e bombeiros do DF

Aprovado projeto que beneficia policia militar e bombeiros do DF
O Senado acaba de aprovar projeto que reorganiza a Polícia Militar e o
Corpo de Bombeiros do Distrito Federal, com o estabelecimento de
critérios para progressão funcional. De iniciativa do Poder Executivo,
a proposta (PLC 222/09) também cria a Gratificação por Risco de Vida
(GRV) para esses servidores, no valor de R$ 250 mensais em 2009 e com
aumentos programados que devem elevar o benefício a R$ 1 mil até 2014.

O líder do PTB, senador Gim Argello, relator da matéria na Comissão de
Constituição e Justiça (CCJ) agradeceu aos senadores Adelmir Santana
(DEM) e Cristovam Buarque (PDT) e aos deputados federais Carlos
Alberto Fraga (DEM-DF), Bispo Rodovalho (DEM-DF), Laerte Bessa
(PSC-DF) e Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) por seu empenho pela aprovação
da matéria. Agradeceu ainda ao presidente da República Luiz Inácio
Lula da Silva e ao governador do Distrito Federal, José Roberto
Arruda.

sábado, 24 de outubro de 2009

Novo dia de operações contra o tráfico na Zona Norte

Sexta-feira, 23/10/2009
Polícia continua as buscas pelo traficante Fabiano Atanázio, que teria ordenado a invasão do Morro dos Macacos. Operação na Mangueira, nesta quinta, assustou moradores e crianças que saíam da escola.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Morro do Macaco - Veja as cenas de guerra. As imagens falam por si só.

SBT Reporter cenas do helicóptero da PM em fogo caindo no morro macaco


terça-feira, 20 de outubro de 2009

PEC 300 chega ao Espírito Santo

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Tsunami da PEC 300 chega ao Espírito Santo


Há mais de cinco milhões de acessos à notícia sobre a PEC 300 no site da Câmara Federal que iguala salários das categorias militares com as do DF, no site da Câmara - fato hitórico conta o deputado Capitão Assumção (PSB). Segundo ele, mais de 27 marchas serão realizadas nos estados brasileiros pela Comissão Especial da PEC 300 a fim de divulgar e discutir por meio de audiências públicas a proposta que mudaria a vida de muitos militares. "Imagina ter seu salário duplicado e em alguns estados até triplicado?," disse Assumção. Só em Manaus, no último dia 15, Assumção relatou que compareceram em torno de 16 mil pessoas (trabalhadores da PM ou do corpo do bombeiros) para a marcha. Em três dias, o deputado visitou também a câmara municipal de São Luís (MA), a Assembléia Legislativa de Amapá, na capital Macapáe mas, mas em Porto Velho (RO), a participação ficou somente por conta do relator, Deputdo major fábio. "Nesta sexta estaremos no Acre, domingo no rio de janeiro, 26 no Mato grosso do sul, dia 28 voltamos a Minas Gerais onde já participamos uma vez em audiência pública em prol da PEC 300," avisou Assumção. O deputado espera com euforia mesmo pelo dia 14 de novembro, quando dez deputados federais, três senadores, organizações que apóiam a PEC, outros deputados estaduais e Conselhos de segurança pública estarão presentes numa caminhada que começará em frente ao Iate clube e terminará em frente ao Clube dos Oficiais da PM/BMES, em Camburi, Vitória, ES. "Tivemos de esperar o término das eleições da Associação do Cabos e Soldados da PM/BMES para então mobilizarmos a nossa manifestação legítima," disse o Capitão, "até o governo será convidado, pois é um movimento supra-partidário," completou. A Comissão Especial da PEC 300 já fez mobilizações nos estados de MG, RJ, SP, RS, CE, PI, PE, MA, AM, e nos próximos dias AC, RJ, SE, AL, RN e ES. São esperadas as presenças do Autor da PEC 300, Deputado Arnaldo Faria de Sá, do Relator da PEC 300 na CCJC, Deputado Mendonça Prado, do Relator na Comissão Especial, Deputado major Fábio, do primeiro vice-presidente Deputado paes de Lira, deputado Ilderlei Cordeiro do Acre, Deputado José Maia Filho e Elizeu Aguiar, ambos do Piauí, Deputado Átila Lins do Amazonas, Deputada janete Capiberibe do Amapá, Deputado Cleber Verde do Maranhão, Vereador e ex-Deputado Federal Cabo Júlio de Minas Gerais, além da bancada federal e estadual capixaba, prefeitos e vereadores.
 
Enviado por Jean Pierre Lopes da Silva <jeanpierrels@hotmail.com>

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